2010 tá chegando e somos criaturas feitas para esquecer. Por isto escrevemos livros, temos agendas e necessitamos de escolas. À cada nova geração começa-se tudo de novo. Dito e feito. Penso que todos nós morremos sem saber porra nenhuma e pode ser que aquele que buscou a resposta, qualquer resposta, há de obte-la depois de deixar esta nossa vida. Aqueles que partiram, seguindo tal raciocínio, sabem o que eu não sei. Nada a ver com suicídio. Seria nossa obrigação, permanecer o máximo possível andando pelo chão para podermos formular os questionamentos as perguntas que seriam reveladas no abismo. Lançarmo-nos em nossos mistérios investigando os eventos que nos tocaram. Os eventos que nos formaram tal qual somos. Somos conseqüências de climas, dores, alimentos, humores e fadigas. Isto acontece diariamente logo apos abrirmos os olhos. É o amor, ces’t la vie. Porquê criamos o tempo? Houve eras em que os homens não usavam isto. Acredito que foi uma coisa positiva não usa-lo. Usar-se-ia o tempo em terreno inóspito, cambiante e agressivo para se chegar onde? Seria um caminho direto para morte usar medidas de tempo quando em movimento sob condições extremas. O mundo é radical e nos iludimos achando que o conformamos. Quando não havia o tempo cronometrado havia menos sofrimento porquê era bem mais difícil esquecer. Era fácil lembrar que tudo está em trânsito. O sol nasce? Não. O sol se põe? Não. O sol flui ! Sua luz se derrama fluidamente, porque este planeta tá em movimento ininterrupto. Agora, o tempo foi nossa escolha. Nada a ver. Soterramos eventos, as transições, os fatos com bilhões de segundos, centésimos, horas, quartos de hora e nos abraçam os dias e nos perseguem as semanas. Os meses nos fecham. As estações nos estimulam e usamos com perfeição os anos que passam pra virar as folhas dos calendários pois , para isto eles foram feitos. Mensagens e luzes viram lembranças distorcidas. Só lembramos do que queremos. Se forem anos de bosta inventamos memórias que não aconteceram. E o tempo segue... ele vai... valida a herança que carregamos, o oblívio. Esquecer é tudo. Por que assim é que fomos feitos. Sorria isto é grátis. É nosso dever e assim é que tem que ser. O novo precisa do esquecer. É assim que se reinventa. Por mais que se apegue a memórias acabará por esquecer de qualquer jeito. Sorria! Este dom alimenta nossa arte maior. A coisa mais bela que criamos. O sofrimento da humanidade. A agonia. As dores, Dolores.
Tempo, esquecimento, arte, humanidade, sofrimento. Tudo é um só. E a culpa disto tudo com certeja deve ser de Pandora! Para que ler isto se você pode voar num dragão? Num Banshee?
Ai caralho, eu sabia que não devia ter assistido Avatar em 3D. Tô em Pandora. Shiti! Sheit! Puk!
Vou achar o link de Avatar amanhã ou depois (mais a legenda) e postar aquí pros bicho preguiça. Preguiça é bom pra você.
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Where.The.Wild.Things.Are.DVDSCR.XviD-NEPTUNE
Você tem a obrigação de amar este filme.
Motivos:
Uns puta efeito especial do caralho que de tão bom não parece efeito especial.
A Trilha Sonora:
O talento artístico de Steve é inegável. “Where The Wild Things Are” é um bom exemplo desses talentos. A banda de apoio, formada por músicos tarimbados (o baterista Jeremy Colson, o baixista Bryan Beller, os guitarristas Dave Weiner e Zack Wiesinger e Alex DePue e Ann Marie Calhoun dividindo os violinos), impressiona pela entrosamento e pelos arranjos simples e elaborados ao mesmo tempo, que caem como uma luva para os malabarismos de Steve que deita e rola com seu instrumento, em um performance primorosa.
O Diretor:
Ícone de inúmeros filmes de skate e comerciais de TV, o diretor Spike Jonze (Quero Ser John Malcovich) assumiu um desafio na carreira. Where the Wild Things Are, é a adaptação de um dos maiores clássicos da literatura infantil americana da década de 60 escrita por Maurice Sendak. E o autor só aceitou esta versão deste diretor; é o que dizem. Dizem também, que ele refutou a versão da Disney (graças ao pai eterno) e de outros. Um filme complicado, simples e selvagem. Graças ao mal que vocês não são assim porque eu destesto o céu.
Ninja Assassin [2009]

Ninja Assassin CAM XVID - IMAGiNE
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Legendas
Trecho das músicas
Buscapé - Buscapé - Buscapé - Buscapé - Buscapé - Buscapé - Buscapé - Buscapé -
Bad Lieutenant (2009)

Bad Lieutenant (2009) DVDRip XviD-MAXSPEED
Não dá para considerar Bad Lieutenant: port of call New Orleans uma refilmagem da obra de Abel Ferrara. As diferenças são enormes, a começar pelo talento de quem dirige. Werner Herzog transforma a história de um policial perturbado e viciado em drogas em um filme ousado e repleto de cenas inesquecíveis.Baixar AQUÍ!Para começo de resenha, ao invés da Nova York orginal, aqui a trama se passa em uma Nova Orleans castigada pelo furacão Katrina. Ao invés de Harvey Keitel, um irrepreensível Nicolas Cage, renascendo do limbo e dando fôlego à carreira. No lugar da investigação sobre o assassinato de uma freira, o tenente malvado do filme de Herzog investiga a chacina de uma família africana, motivada pelo controle do ponto de venda de drogas em um bairro miserável do subúrbio.O filme conta com sequências insólitas e diálogos inesperados, tudo no capricho. A fotografia é um show à parte. A todo instante, Herzog quebra a austeridade do gênero policial com pitadas de sarcasmo e humor negro. É impressionante como uma trama policialesca, que poderia ser tão desinteressante quanto uma crônica do Gil Gomes, se transforma em algo tão interessante.
Herzog diz não considerar Bad lieutenant: port of call New Orleans um remake, já que alega não ter visto o de Ferrara - que, por sua vez, disse ter ficado bastante irritado quando soube que seu filme estava sendo refilmado. Fique tranquilo, Abel: a única semelhança parece mesmo ser o carisma do anti-herói protagonista.
Source: http://www.cinefiloeu.com
Legendas
Ah... o bom e velho Nastal.
O lugar onde eu durmo está plasmado de enigmas e labirintos. São muralhas negras e caminhos vermelhos. Tem um chão insípido cor de baunilha e tudo sempre é barulhento. Conclusão? Resumindo, durmo sobre os mistérios. Eles abaixo de mim e eu sobre eles. Tão íntimos e somente agora conscientes um do outro. Eles demoraram muito tempo para me achar. Eu os encontrei. Compraram pra mim e me refestelo é sobre eles.
Diziam que papai Noel não vinha, mas papai Noel sempre vem.
Anda pelo mundo que nem bandido. Parece ser bom mas isto é apenas artimanha. Se vocês simples mortais soubessem o nome dele e o que ele é de verdade pagariam seu peso em ouro para esquecer. Ele nunca está em seus caracteres originais, está sempre disfarçado. Enquanto os fogos explodiam atiraram violentamente contra o céu. Para cima, em direção ao firmamento. Ofenderam nosso céu. O azul é puro é imenso. Nele não existe odiar. Acho desprezível isto. Não há muito o que dizer sobre mim. Morri e teimosamente nasci de novo. Sou o papai monstro entidade diabólica S.A. Nunca vi uma pessoa ressuscitar tanto como eu. Meus amigos lhes desejo as maiores maravilhas que o eterno consiga lhes alcançar. Humildade, simplicidade e honestidade para todos. Assim é que lhes pegarei pelo pescoço. Pelo que eu sei, este ano Deus andou pela terra e passou também em minha casa. Foi uma briga danada pra conseguir enxotar o desgraçado de lá. Nós permanecemos. Cedinho o sol vai queimar vossas faces e respiraremos mais agonia e dor. Nada mais lindo e perfeito que o sofrimento da humanidade. Estamos construindo.
Pro ano que vem eu lhes recomendo que se atirem dentro de um vulcão em chamas. Coisa em erupção. Desordem alimentar para todos. Coisas geladas dentro do freezer, guloseimas na geladeira. Fique glutão, só pense em comer. Seja guloso não tenha vergonha. Não invente mais nada, você é o oposto do aprender. Antes da queda todo mundo vai voltar, mas será como petróleo.
Grande abraço
[papaimonstro]
A Luz nos conta 2
Eu posso estar enganado... óbvio que minha memória pode estar com certeza me falhando claro. Mas eu me lembro que em outros tempos, teve um dia que eu conheci um cara... um cara louco, até diria à beira da insanidade que cuspia em cima do ouro dos tolos e resistiu por ser forte. Este cara que eu conhecí, não queria nem luz, nem paz, nem perdão. Queria, esperto; é amor. Mas o amor não é suficiente. O incoerente mal sabia o que queria. Buscava era a luz, a linda luz que vem do amor iluminado que esbofeteia a cara dos ignóbeis. Coisas que o espaço nunca há de compreender. O espaço conforma, abriga, pode até acolher, conforta e assenta, porém, ele não ama. O espaço não possui abrangência suficiente, nem é absoluto o suficiente. Os tolos o percebem como uma totalidade. Mas as coisas esperneiam e se espalham pela ilusão que ele é desenfreadas, do jeito que quiserem. Tudo bem. É para isto que ele foi feito, e as trajectórias continuam.
Como tudo na vida depende muito de se saber quando partir, ela assim o fez. Ela, há muito tempo já tinha se ido e ele talvez sem saber, também.
Inicia-se uma longa e longínqua busca. Os anos passaram e envelhecemos nesta trilha. Refazendo uma antiga canção.
Nem paz, nem perdão; só luz para iluminar de novo. E aí, tudo está certo e o que acontece o tempo todo, se derrama por este caminho. Os fatos são justos. O fato é obrigado a estar justo. Acondicionado nesta justa intrínseca (texto). Qualquer.
Friend of The Devil
Não se engane com o título da música, pois ela fala de muita coisa divina e pura. Só uma pessoa que sabe se auto avaliar e tem o coração cheio de amor se diz amigo do diabo. Não seja superficial, vá fundo e entenda. A+B pensante. Quem é mau, nem sabe o que está acontecendo, só age. Quem tá no inferno não sabe que está lá. Salto agora e penso, que se existissem demónios eles nunca se avaliariam assim tão negativamente, quando muito, se interpretariam como anjos, como colaboradores, mestres, policiais, professores... e assanhando a palavra, entenderiam-se como agentes de um indefinível bem maior. As pessoas boas e conscientes sabem que existe uma sombra dentro. Trevas, teias de aranha, rancor, fedor, tédio, ódio ... todos enganados em nome do amor, que é maior e desconhece o número 1. Cada qual avalie como quiser, mas no final, cada um há de ter que se confrontar à seu modo e dentro de seu contexto único com o mal. Não tem como evitar a dança. A eterna valsa com o capeta, isto é, o diabo, nosso velho mal, a velha chaga. Aquela coisa feia que vive dentro da gente e a adoramos. Quem diz que é santo mente feio. Quem nega seu mal é condenado invariavelmente a submeter-se a ele. Quem assume seus demónios está sendo inteligente, chega mais perto de seu Deus. É assim que nos assumimos lúcidos esclarecidos, humildes e valentes.
Agora você sabe porquê esta música Friend of The Devil é tão famosa e cultuada. Sem falar nas notas musicais... simples bem encaixadas profundas. Pode ser que um esteja conhecendo ela hoje e ao entrar neste post estranhe as minhas palavras, mas isto não é motivo de susto. As coisas estão no mundo a gente só precisa aprender. Eu mesmo não sei de nada. Estou a aprender. Coisas belas e simples como estas músicas que menciono aqui. Simples, mas não por isto há de se menosprezar a grandiosidade que elas invocam. Uma música sábia e gigante faz você ganhar o seu dia. Harmonia que chega aos pináculos do prazer auditivo, arranhando as barbas do nosso Deus. Fazendo sorrir eu e você.
Cantei um trecho desta música no meu violão. Estudei ela um pouco. Eu tenho um jeito bem simples de tocar e sendo assim, gosto muito. Querendo ouvir segue o link. Não esqueça, não esqueço... e eu tô sempre por aí. Percorrendo as terras descampadas, indo e voltando como tanta gente, sabendo que isto é hilário bazófia... sem ter aonde ir.
Sangrar AQUÍ!
A capa - As letras - sinopse - Cd - Dvd - Compare - Preços
Este é um filminho que pode ser que você acha que viu, mas não tem como pois, você como eu, pode haver de ter imaginado. Nunca existiu fora agora. Chegou à realidade somente agora. Então este vôo livre nunca foi exposto até este ano. E como agora é neste instante; que já tá passando, realize-se e encontre as respostas para algumas herméticas perguntas. Watson Portela sabe. Filme lindo e perfeito.


01. You Don’t Belong
02. No Surprise
03. Every Time You Turn Around
04. Life After You
05. What I Meant To Say
06. Open Up Your Eyes (MISSING)
07. September
08. Ghost Of Me
09. Learn My Lesson
10. Supernatural
11. Tennessee Line
12. Call Your Name
Sangrar: AQUÍ!
Banda americana que tem como líder Chris Daughtry, concorrente do American Idol.“Leave This Town” é o primeiro disco de Chris com os companheiros de banda Joey Barnes (bateria e piano) e Josh Paul (baixo), além dos guitarristas Josh Steely e Brian Craddock. Juntos, eles aparecem em performances inspiradas, unidas por refrães poderosos. Leave This Town também traz contribuições estelares de Chad Kroeger, do Nickelback.
Veja se gosta de: “No Surprise”, “Life After You” e “What I Meant to Say”
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Phil Lynott, baixista. A alma do Thin Lizzy.![]()
O irlandês Phillip Parris Lynott, cresceu num ambiente dominado pelas forças britânicas, conflitos entre católicos e protestantes, além de guerrilhas internas entre o exército britânico e o grupo terrorista IRA. Anos depois, já morando com sua avó na Inglaterra, convivendo com a pobreza, falta de escolas e brigas de rua, o jovem Phil resolve tentar carreira no boxe.
Cansado de se lascar no ringue, monta uma banda de rock n´roll. O "Thin Lizzy" iniciou suas atividades em 1969, na cidade irlandesa de Dublin, tendo em sua formação inicial Phil Lynott (baixo e vocal), Brian Downey (bateria) e Eric Bell (guitarra). Com o passar dos anos, foram se tornando muito queridos pelos fãs e imprensa especializada. Sempre contou com grandes músicos em suas inúmeras formações e lançaram trabalhos realmente excelentes, com várias canções que se tornaram clássicos e entraram para a história do hard rock.
Trecho das músicasAgora, o disco em questão: “Live And Dangerous” foi lançado em 1978 e apresenta em seu repertório, com algumas exceções, músicas dos álbuns “Nightlife” de 74 até “Bad Reputation” de 77. As gravações deste álbum ao vivo foram selecionadas das excursões que o Thin Lizzy fez entre 1976 e 1977 e a maioria das canções de “Live And Dangerous” foram retiradas de três apresentações no Hammersmith Odeon de Londres em novembro de 76, durante o fim da excursão do disco “Johnny The Fox”.Uma vez no mercado, chegou ao segundo lugar nas paradas britânicas e até hoje está sempre muito bem cotado entre as mídias especializadas ao redor do mundo, sendo que em algumas destas o álbum fica em primeiro lugar, sendo o “melhor álbum de rock ao vivo de todos os tempos”. É perfeitamente compreensível toda esta badalação, afinal este disco possui praticamente a nata do que a banda compôs até este período, ótimas canções embaladas com a bela voz negra de Phil para se escutar em qualquer momento.
Ah, sim, Phil morreu de overdose lá pelos meados da década de 80. Esperneando.Philip Parris Lynott, negro, filho de pai brasileiro e mãe irlandesa.
Pedras de Granito salpicadas de branco. Eram dois colossos compostos disto que estavam lá no topo da queda. Permanecem naquele lugar há muito tempo. Em termos de tempo de gente dir-se-ia desde sempre. Aguardando, amparando, conduzindo e sujeitando à força aquelas águas frias a compor coisas que nunca deveriam ter existido mas existem. Cronos tem a resposta. Um pedaço do paraíso. Coisas que imaginamos e sonhamos, inexplicavelmente desta forma teimam em existir na terra. Isto acontece porque o que não existe, existirá um dia. Por aqui temos um pouco de tudo. Todos os lugares, um dia se estabelecem no espaço. As coisas bem formadas e as disformes um dia acham seus nichos, consequentemente ocupam espaços. Se depender do mundo, mais coisas bonitas que feias. Dependendo do homem, mais feias que bonitas.
Música:
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